Todo poder à palavra

“Formei-me em letras e na bebida busco esquecer.” Começa assim o simpático romance policial Os espiões, do Veríssimo. Lembro de ter tido um ataque de riso quando li, naquela vibe risos/choros que quem me conhece tá cansado de ouvir. Formar-se em letras é risos/choros desde antes da faculdade começar. É ouvir “mas você vai ser professora?” e “ué, então pesquisadora?” pelo menos uma vez por semana. Ou aquele outro clássico “Mas o mercado editorial é tão restrito, né?” É. Ou era. Porque amigos, o mundo dá voltas. E, nessa última, #jahbless, conteúdo e storytelling se transformaram nas palavrinhas da vez das reuniões de pauta. Nada que eu não soubesse desde sempre, mas é bonito ver o mundo acomp

foto: Nicolas Soares 

Graduada em tradução e mestre em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-Rio. Desenvolve conteúdo escrito para absolutamente qualquer coisa, traduz (do e para o inglês), prepara romances, sugere livros para momentos difíceis, casa pessoas e o que mais você estiver precisando. 

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