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Fui ao show do Skank e surtei no Instagram

Semana passada fui emboscada a comparecer a um show do Skank. Não que eu não goste de Skank, mas é que eu jamais teria cogitado esse programa se um casal de amigos não tivesse proposto e avisado que eles tocariam apenas os três primeiros discos - o primeiro, homônimo, de 93; o Calango, da capa verde-periquito, de 94; e o famigerado Samba Poconé, da gostosa com o gorila na capa, que deixava os pais mais caretas de cabelo em pé nas festinhas americanas de mil novecentos and noventa e seis. Garanti meu ingresso e o do boy no dia seguinte ao convite, serumano organizado que sou, e só fiquei sabendo que ninguém mais tinha comprado e os ingressos haviam esgotado faltando algumas horas pro show. Re

foto: Nicolas Soares 

Graduada em tradução e mestre em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-Rio. Desenvolve conteúdo escrito para absolutamente qualquer coisa, traduz (do e para o inglês), prepara romances, sugere livros para momentos difíceis, casa pessoas e o que mais você estiver precisando. 

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